No tipo intuição extrovertida, a intuição se volta para as possibilidades do mundo de fora. Jung lhe atribui um faro aguçado para o embrionário e para o que promete futuro: pessoas, negócios, ideias, movimentos que ainda vão acontecer. É o tipo do empreendedor, do descobridor e do agitador de novidades.
O problema é que essa pessoa abandona o que acabou de fixar assim que deixa de enxergar ali uma possibilidade nova. Ela semeia muito e colhe pouco: pode fragmentar a própria vida e, no fim, ficar de mãos vazias.
A função inferior é a sensação, a relação com o concreto e com o corpo. Reprimida, ela se vinga em ligações compulsivas com pessoas ou coisas inconvenientes, e às vezes em preocupações exageradas com o corpo.
